domingo, 6 de novembro de 2011

Phil Hansen just words

Encontrei este artista a 2 anos e continuo a ficar fascinado com tudo o que ele produz


I’m interested in trying to understand whole individuals and whole ideas through the fragments
of perceptual memory, the sound bites, and the semiotic tokens collected by society and
recollected by the individual. It’s the product of these carefully selected elements that
multiplies out to a greater whole, and it’s in that product that I look for a more holistic
understanding.
My present approach evolved out of what seemed at the time to be an artistic cul-de-sac:
damage to the nerves in my forearm from the single-minded pursuit of pointillism. Forced to
think of other ways to create art, I began pushing myself to experiment with new mediums: my
torso, a tricycle, X-rays, dandelions, the Bible, key phrases out of audience stories, and so
on. The selection of the medium became integral to the art, as much a part of the story and
the holistic experience as the selected fragments themselves.
In bringing my work to the public I look to create a public dialog with art, frequently inviting the
audience to contribute in some way, nearly always breaking apart the artistic process in order
to make it connect to a more immediate reality through video that shows manipulation of the
medium from fragments into a unified whole. It’s far from a didactic endeavor: I draw
inspiration from my collaborators’ experiences as much as they discover art through my work.
By Phil Hansen 





Tiago Aleixo from http://the3rt.blogspot.com/

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Circle Drawing



pt.
Um vídeo de sucesso, com milhares de círculos por Eric Yeo.

en.
A successful video with thousands of circles by Eric Yeo.



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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Future Proof








Pt:
«A DMC (DMCI) desenvolveu esta peça como uma resposta à 2011 A / NZ, título da Conferência PromaxBDA da FutureProof.

" A nossa abordagem procurou concentrar-se em noções futurista, mas a considerar o que é intemporal. Pessoas, as suas expressões e interações que são qualidades intemporais relevantes para a criatividade, não importa o que o futuro reserva.

O conceito começou de forma bastante fluida, por instrução de uma variedade de dançarinos, com estilos de desempenho individual, para desenvolver a coreografia baseada nos conceitos de partilha, crescimento, envio e recebimento."»




En:
«The DMC Initiative (DMCI) developed this piece as a response to the 2011 A/NZ PromaxBDA Conference title of Future Proof. 

Our approach was to focus not on futuristic notions but to consider that which is timeless. People, the expression of self and the interactions between each other are timeless qualities relevant to creativity, no matter what the future holds. 

The concept started quite fluidly, by briefing a variety of dancers, with individual performance styles, to develop choreography based on the concepts of growth, sharing, sending and receiving.»






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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

I saw a dead person officer!

Numa pequena vila da Alemanha é encontrado um corpo numa loja vazia e chovem chamadas de socorro para a esquadra da policia local, mas quem seria aquele corpo? 

"Several people had already called within days of the exhibition going up," disse Peter Steger da esquadra da policia emBad Ems, a cidade onde se podia ver o corpo.
 
Chinese artist He Xiangyu's "The Death of Marat" featuring Ai Weiwei.  (Thomas Frey/AFP/Getty Images)

O corpo não era nada mais nada menos que o de Ai Weiwei, um artista chinês, mas não o seu verdadeiro corpo, este era apenas uma estátua hiper-realista de Ai Weiwei feita pelo artista He Xiangyu em parceria com Ai Weiwei.

O intuito desta obra seria que o "falecido" passa-se a mensagem ao Governo Chinês de que com todo o dinheiro que lhe pedia ele iri acabar por morrer no seu estúdio, vázio e pobre na Alemanha.

Mais trabalhos de  He Xiangyu na sua galeria : http://www.hexiangyu.com/



terça-feira, 1 de novembro de 2011

Noma Bar








 Aqui fica o ultimo conjunto de Noma Bar: um artista que usa as imagens/ilustrações de uma forma inteligente, propondo um jogo de duplas.


Here is the last set of NomaBar: an artist who uses images/illustrations with intelligent forms, proposing a double play.











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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

YNIAR

Look at the trees
Didn’t stop at the top
Not for him
Used to borrow the wind
For a walk


terça-feira, 18 de outubro de 2011

The Seed, por Johnny Kelly

A atribulada vida de uma semente


Uma animação simples que retira qualquer tipo de minimalismo na vida de uma pequena semente.

Francis

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Terminal

Mas tenho um medo de morte
De me deixar de surpreender
De não parar de sofrer
De me perder da sorte

No ser humano um animal
Na sociedade um inferno
Para mim já tudo é banal
Até o meu suicídio eterno

Sei que acabo
Não sei quando
Nem se às minhas custas

Sei que acabo
Não sei quando
Nem se às minhas custas

É sabido que tudo é sofrimento
E que tudo tem um inevitável final
Mas se a vida é um só momento
Porque haverei eu de ser normal?
E é assim que definho neste firmamento...
Neste firmamento desnatural.

E se a vida é a porra de um momento
Para quê ser bom?
Para quê ser mau?
Para que ser igual?
Para que ser diferente?
Para quê isto?
Para quê aquilo?

Afinal de contas,
Para quê existir?

Sou sombrio
Para um sortudo vivente
Que morre e perde o brio
Na (tão falada) sorte eminente

E contínuo...
Para quê estar vivo?
E porque não estar morto?
O meu corpo é só o abrigo
Deste pensamento torto

Alguém que me explique
Alguém que me faça entender

Talvez acabe como tu
Habituado e inconformado

Talvez acabe como tu
Jovem e idolatrado

Talvez te conheça aí
Talvez desapareça daqui
Talvez tu me expliques
Talvez apenas precise de ti

Franz

domingo, 16 de outubro de 2011

'Memória'









Estas são palavras de canção, de sal e lembrança
O tipo de memória que nunca se fez história
Memórias de sagradas Marias
Memórias de macabras vias
Memórias são apenas grãos
E o seu legado não se impõe aos chãos

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Humus sapiens sapiens

Nascemos.
Vivemos.
Morremos.

Quimicamente:
Átomos iguais.
Biologicamente:
Células iguais.
Socialmente:
Animais canibais.

«Mais que o outro»
É o desejo comum.
O de ser monstro
Em eterno jejum.
Tanta a maldade
Na mente humana
Fugida da igualdade
Perante Brahma.

Desumanidade dum sacana, digo eu.

Franz

Somos todos feitos da mesma matéria, camaradas.
 

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