terça-feira, 31 de maio de 2011

introducing: The Black Heart Gang.




Não há muito a dizer sobre eles; não por falta de vontade, mas pelo facto de serem bastante anónimos e pela escassa informação extra-profissional.
Os Black Heart Gang são uma equipa de criativos/markters/publishers cujo trabalho já foi condecorado com diversos prémios, tanto a nível artistico, como de excelência pelo trabalho desenvolvido em publicidade.
Com a curta metragem de Animação 'The Tale of How', afirmaram o seu talento e genialidade, obtendo vários prémios internacionais nas categorias de banda sonora, animação e ilustração. 'The Tale of How' é a segunda peça de uma trilogia intitulada 'The Tale of Dodos'.


                       

segunda-feira, 30 de maio de 2011

The Superunknown!

Será o alheio preconceito?
Ou a falta de compreensão?
Não levo isso muito a peito, 
E contínuo a nobre comunhão. 

Faço-o por querer esquecer,
Pela vontade de sonhar,
O que só tu me fazes ver...
Não quero mais acordar!

Por favor, mantém-me assim:
Neste estado de suprema inspiração,
Estou completamente em mim,
Numa gloriosa e sublime solidão.

És como um gentil fósforo,
Que me ilumina a mente, 
Assim como uma espécie de soro,
De uso bastante recorrente.

Sou cuidadoso contigo,
Oh! A inflamabilidade humana... 
Sim. Eu conheço o perigo,
O resultado da necessidade insana!

Respeito os que se afastam...
Trata-se de algo soberbo, eminente,
Mas por favor não se debatam,
Pelo que esta faz à nossa mente,

'Cause we all know: A s***** a day keeps the doctor away.
(too agressive? well, it's super and unknown)
Texto: Francis
Fotografia: Joana

domingo, 29 de maio de 2011

harold's

All set, two spots left, one spot left.

sábado, 28 de maio de 2011

2


"It was upon a Sommers shynie day,
When Titan faire his beames did display,
In a fresh fountaine, farre from all mens vew,
She bath'd her brest, the boyling heat t'allay;
She bath'd with roses red, and violets blew,
And all the sweetest flowres, that in the forrest grew."

quinta-feira, 26 de maio de 2011

The deadliest of pragues: The Human Being

Já é tempo de o ser humano crescer.

When the last tree has fallen,
When the last river has dried,
When the last fish is caught,
The man will understand that money does not eat.

Greenpeace.

Publicação: Francis
Ideia: Super Miki

Helena almeida



Maria Helena de Castro Neves de Almeida nasceu em 1934, em Lisboa, e estudou pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa.
Proveniente de uma família artística, sendo filha de Leopoldo Almeida - autor do Padrão dos Descobrimentos, irmã do arquitecto Leopoldo Castro de Almeida e também irmã da pintora Manuela Almeida.

Por essa altura a situação artística em Portugal assim como as fontes de
informação e os modelos a seguir eram, segundo a artista, “miseráveis”.
Não havia revistas de arte internacionais e a maior parte dos artistas só eram reconhecidos a nível nacional. Há menor chance que teve mudou-se para Paris.




Aos 30 anos Helena obteve uma bolsa de estudo e desloca-se para Paris onde ganha pela primeira vez, contacto com a arte abstracta.
Esta ida a Paris vem mais tarda a influenciar a sua produção pictórica.
No inicio da sua carreira, Helena começa por abordar a pintura, começando com pinturas abstractas.Os temas abstractos por ela pintados exploram o tema da caracterização do espaço pictórico e da ambiguidade entre espaços interiores e exteriores.
A tendência de dar forma humana á sua arte, vem a acentuar-se cada vez mais, com a utilização do seu próprio corpo enquanto objecto ou tema de pintura.Helena entra agora numa fase completamente nova, talvez a sua fase mais conhecida, esta marcada pelo recurso á fotografia.
O percurso de Helena têm vindo a ser confirmado como portador de uma linguagem altamente expressiva na qual as mais diversas disciplinas e atitudes convergem.
Embora seja frequentemente considerada fotógrafa, o seu trabalho liga-se a outras áreas das artes plásticas, tais como a pintura e a escultura, devido ao processo que adopta na elaboração das imagens bem como pelo uso de cor e outros materiais que complementam as suas produções.




O seu método de trabalho implica uma coreografia de todos os movimentos que serão executados e fotografados, com a ajuda do seu marido Artur Rosa.
Em seguinte as fotos eram tratadas através da utilização de pintura ou de desenho, introduzindo elementos visuais, como linhas ou manchas, de forma a obter os diferentes significados.
Por último, as fotografias eram frequentemente organizadas em grupo, criando sequências de acção.
Anula-se assim a diferença entre pintura e fotografia e entre interior e exterior.


A obra torna-se então um misto de duas artes distintas a fotografia e pintura.
Na sua obra existe um ritual que afasta a intenção de realização de auto-retratos, como nos é mostrado nos trabalhos "Variações e fuga sobre o corpo", "Tela habitada" ou "Estudos para um enriquecimento interior", todas datadas da década de setenta.
Algumas fotografias foram acabadas com manchas azuis, verdes ou negras.
Exemplo destes trabalhos são as fotografias tratadas com tinta negra, procurando negar os limites do corpo, como na obra "Negro Exterior".
Helena e a sua obra tornam-se numa só, não podendo assim haver sentido nas suas obras sem a sua presença.


Helena Almeida é uma das figuras de êxtase da arte contemporânea Portuguesa.
Tem vindo a expor um pouco por todo o mundo e encontra-se representada num grande número de colecções particulares e públicas, portuguesas e estrangeiras.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Natural Vegetables

When the Nature mix together.


A thousand of peas,
And an onion inside,
The magic of olive's squeezed,
And a warm pot relied.

A warm pot full of vegetables is the right way to feel the mystique of Nature. 
(or you can light your own rolled s*****)

Texto: Francis
Fotografia: Joana

terça-feira, 24 de maio de 2011

pio




amanhã recebi um retalho
manchado de tinta e orvalho
um cubo de vida aperta um não
e reconhece o onírico
pois seu regozijo e rubro, a claro estão.
Acabei no devolverá do pedaço rendido
onde a ventura já não está
e o futuro é fundido


sábado, 21 de maio de 2011

Grasshopper?

I'm so truly human as the picture's grasshopper is truly a grasshopper.



I'm not walking on green,
And I'm neither a jumper,
Take a look in your fucking screen,
And give me a fucking answer.

Do not judge by appearances.
Looks can be deceiving.

Texto: Francis
Fotografia: Joana

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Painful Backfired (Experimental I)

Did I heard "Backfired"?
(Experimental Non-Paranoid Illusion)
For all the folk's goods,
We burn our own moustaches,
In a tiny jail as an herd of goats,
Soon, we'll not be more than patriotic ashes.

Broken... Unbroken... Who cares?
'Cause we all know: a king's favor is no inheritance.

Texto: Francis
Fotografia: Joana 
 

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